Os espargos parecem ter sobrevivido às lesmas ao frio e à erva.
Ora, confirmem.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Atrasada. Mas não deixa de ser uma boa noticia.
Pois é, este Inverno está a ser comprido e rigoroso.
Não tem parado de chover, o sol teima em não aparecer, e a deprimir ainda mais o nosso povo.
Mas a boa notícia é que os dias já começaram a crescer, desde o dia 21 de Dezembro, precisamente às 23 horas e 38 minutos que os dias começaram já a crescer.
Mais horas de sol, o sol também começa a percorrer o céu mais alto, a horta a apanhar mais sol e as plantas a crescer mais. Auspicioso este solstício.
Não tem parado de chover, o sol teima em não aparecer, e a deprimir ainda mais o nosso povo.
Mas a boa notícia é que os dias já começaram a crescer, desde o dia 21 de Dezembro, precisamente às 23 horas e 38 minutos que os dias começaram já a crescer.
Mais horas de sol, o sol também começa a percorrer o céu mais alto, a horta a apanhar mais sol e as plantas a crescer mais. Auspicioso este solstício.
Adivinhem que cultura é esta
Cultura de urtigas? Não.
Azedas? Também não.
Se repararem bem, bem lá no meio, escondido existe umas folhinha esquias.
São espargos!
Se as lesmas não os comerem, teremos espargos daqui a um ano.
Comeram-me a horta
Dei este fim-de-semana com o espectáculo que vêem.
O que foi que andou a trincar as alfaces?
Mas também devoraram o viveiro de couves e o repolho.
Depois de uma demorada investigação, encontrei umas quantas lesmas bem gordinhas.
Esmaguei-as todas.
Já me aconselharam a espalhar um "produto" para afastar as lesmas, mas não quero químicos na horta.
Biológico ou nada.
O que foi que andou a trincar as alfaces?
Mas também devoraram o viveiro de couves e o repolho.
Depois de uma demorada investigação, encontrei umas quantas lesmas bem gordinhas.
Esmaguei-as todas.
Já me aconselharam a espalhar um "produto" para afastar as lesmas, mas não quero químicos na horta.
Biológico ou nada.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Horta Comunitária em Carcavelos
Em tempos de crise económica, e para evitar maiores crises sociais, as Juntas de freguesia, Câmaras Municipais e Institutos Públicos começam a disponibilizar e a fomentar o cultivo de espaços urbanos.
O conceito é simples, a Junta, Câmara ou Instituto divide um terreno em vários talhões, cada um desses talhões é atribuído a uma pessoa ou família que se tenha inscrito para o cultivar, em retorno a instituição recebe uma maquia anual pelo uso do terreno, ao mesmo tempo que envolve os munícipes em tarefas comunitárias e potencialmente ocupa de forma ordenada terrenos que até ali estavam ao abandono.
É a verdadeira entrega da terra a quem a trabalha!
O conceito é simples, a Junta, Câmara ou Instituto divide um terreno em vários talhões, cada um desses talhões é atribuído a uma pessoa ou família que se tenha inscrito para o cultivar, em retorno a instituição recebe uma maquia anual pelo uso do terreno, ao mesmo tempo que envolve os munícipes em tarefas comunitárias e potencialmente ocupa de forma ordenada terrenos que até ali estavam ao abandono.
É a verdadeira entrega da terra a quem a trabalha!
Ora vejam aqui algumas fotos dum espaço no Bairro de São João, que até há pouco tempo era um baldio, e como foi aproveitado de forma exemplar pela junta de freguesia de Carcavelos.
Gostei do pormenor "Não traga animais para a horta comunitária, excepto cães guia", esta malta não se esqueceu de excepção nenhuma.
Todo o espaço é delimitado por uma cerca de madeira.
As zonas de passagem são cobertas por um tapete de gravilha, não vá alguem enganar-se no caminho e pisar as alfáces do vizinho.
Houve quem já tomasse posse do seu terreno, plantando alfaces e fazendo sementeiras de... couves? Bem o tempo também não tem ajudado.
Estas hortas são o sonho de qualquer agricultor: vedadas, fácil acesso, mesmo ao pé de casa, e até teem uma boca de água em cada talhão. E para que ninguem se queixe que tem de levar e trazer a sua enxada todos os dias, até teem uma casinha de arrumos, em madeira! A condizer com a vedação.
Mas parece-me faltar aqui qualquer coisa, se não raciocinemos. Horta Comunitária urbana, logo dentro de uma urbe, povoação. Nestes sitios de passagem há sempre quem não resita á tentação de saltar uma vedação de 80cm de altura e tomar para si, não digo roubar, mas apoderar-se do quenão é seu e que está mesmo ali á mão de semear.
Pois é, estou mesmo a ver a noticia de abertura do Jornal Nacional da TVI num destes dias, "Ti Jaquim acordou esta manhã sem tomates".
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